quinta-feira, 16 de maio de 2013

Rede de Marina Silva em Olinda e Recife - 14 e 15/5/2013


"O que ela diz é que Feliciano não representa o pensamento de todos os evangélicos. Nem mesmo da maioria. Marina defende o Estado laico. E o diz com todas as letras. Por que querer criar confusão onde há tanta clareza?"
Caetano Veloso



Visita de Marina Silva consolida #REDE em Pernambuco 
#Rede Sustentabilidade avança na coleta de assinaturas e desponta como alternativa política inovadora no Brasil. Fotos: Osvaldo Santos Osvaldo Santos

Militância da #Rede em Pernambuco — com Francisco Romeiro RomeiroClóvis CavalcantiNena Cabral,Bruno Paulo PantojaGeorge Rego BarrosGeorge Rêgo BarrosRoberto LeandroGustavo Roque da Mata,Gilberto LorenaWagno Ferraz GuerraAlice Gabino eCaty Maria e outros

Encontro de Marina com Dom Fernando Saburido, Arcebispo




Clovis Cavalcanti, Economista Ecológico, assina ficha de apoio — com Alfredo SirkisMarina SilvaClóvis Cavalcanti e Roberto Leandro.


Reunião com militantes da Rede — com Clóvis CavalcantiPedro Ivo Guarani Kaiowá e Alice Gabino, entre outro.




Com Clóvis CavalcantiRoberto Leandro, Sérgio Xavier e Marina Silva no Hotel 7 Colinas - Olinda.

Marina Silva, Sérgio Xavier e Alfredo Sirkis.

Clóvis enfático


Destruição humana

sexta-feira, 10 de maio de 2013

Outra visão para o Recife - Hortas orgânicas urbanas

Vejam esse links:

uma cidade é fruto da opção da sua massa crítica. precisamos ampliar o entendimento dos problemas e soluções para a cidade do Recife, para alcançarmos as mudanças desejadas.
http://www.youblisher.com/p/623087-Recife-Enxerido/


Cuide também do seu meio ambiente interior: HORTAS urbanas em casa ou na escola:
http://globotv.globo.com/rede-globo/bom-dia-sao-paulo/v/criancas-cultivam-horta-em-escola-publica-da-zona-norte-da-capital/2525667/?fb_action_ids=523612974367760&fb_action_types=og.likes&fb_source=aggregation&fb_aggregation_id=288381481237582

domingo, 7 de abril de 2013

Partido Verde

1º Encontro Planetário Verde (dos Partidos Verdes do mundo), Rio, junho de 1992. Com Gilberto Gil, Sérgio Xavier e outros.

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Semana Santa em Valinhos SP

no jardim dos Cavalcanti Mazzer


Clóvis e a neta Clarinha

Bacalhoada da sexta-feira Santa

Passeio dos Cavalcanti com os Cavallini


Por do sol

Clóvis na feira orgânica com a filha Claudia

Mais um por do sol


pai e filha

Clau com o filho Vito


Eduardo e Claudinha

Pai e filha




Depois da missa de Páscoa


Clóvis com o neto mais velho, Vito

quarta-feira, 20 de março de 2013

Alunos de Ciências Ambientais - Ufpe em aula prática na Fazenda do Tao - 17 a 18.3.2013

Foto oficial dos alunos de Ciências Ambientais na Fazenda do Tao, em 17.3.2013
Aula noturna sobre o Tao

chove chuva
visita aos vizinhos
Por do sol e meditação na pedra

 
Caminhadas

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Novo Paradigma de Desenvolvimento - grupo internacional de trabalho - Butao, de 30 jan a 2 fev 2013


Foto em Thimphu (Butão) com o Rei, a Rainha e o Primeiro-Ministro do país. No grupo, de experts convocados para tentar propagar o paradigma butanês de desenvolvimento, baseado na felicidade, na simplicidade e no equilíbrio de todos os seres, há pessoas de 16 países. Suas Majestades estão na fileira de cima. Dia 1º.2.13.
Reunião do grupo de peritos em que me puseram para discutir como espalhar em termos globais a proposta butanesa de substituir o PIB (produto interno bruto) pela noção de felicidade interna bruta (FIB) como objetivo do desenvolvimento.
Lanche

Vera e Clovis na entrada do encontro

Clóvis Cavalcanti com o primeiro Ministro do Butao Jigmi Thinley, Paul Singer e Manfred Max Neef
Pausa para lanche com o russo Evgeny Osin
Portal do Centro de Convenções
Reunião
Chegada do Primeiro Ministro do Butão
Clóvis ao lado de Junko Edahiro (japonesa) e Peter Timmerman (canadense)

Discussões de grupo de trabalho































































































































































































Dasho Karma Ura, diretor do Centro de Estudo Butaneses
Com o casal Mohan Munasinghe, Sri Lanca, no jantar oferecido pelo primeiro ministro do Butão
Na frente do Centro de Convenções





























































De Thimphu, com admiração
Clóvis Cavalcanti - artigo publicado no Diario de Pernambuco, sex 1.2.2013

Desde o sábado, 26 de janeiro, estou em Thimphu, capital do Reino do Butão, país do Himalaia espremido entre a China e a Índia. Vim (com Vera) para participar de reunião do grupo de peritos em que me puseram para discutir como espalhar em termos globais a proposta butanesa de substituir o PIB (produto interno bruto) pela noção de felicidade interna bruta (FIB) como objetivo do desenvolvimento. A FIB faz parte do paradigma da economia butanesa há quase 40 anos. Não é novidade, portanto. Ganhou força quando perguntaram cavilosamente, em 1982, no exterior, ao quarto rei do país acerca da força da economia butanesa e seu PIB. O rei, de sopetão, respondeu: “A felicidade (FIB) é mais importante do que o PIB”. Foi uma coisa intuitiva, no meu entender. Não o resultado de raciocínio lógico, linear.


O Butão é um país budista. A população crê que seu quarto rei (que está vivo, tem 58 anos, mas passou o trono ao filho, de 32 hoje) é uma reencarnação do Senhor da Compaixão. Ele vive modestamente, para um ex-rei, anda incógnito de bicicleta, cultiva a terra. Além disso, conseguiu convencer seus súditos de que a democracia, com um primeiro ministro eleito, é melhor do que uma monarquia absoluta tal como antes. A população o queria rei com todos os poderes. Não foi fácil mudar a opinião do povo. Uma constituição foi aprovada em 2006, o rei abdicou, houve eleições. Agora tem-se parlamento, primeiro ministro, oposição. A sociedade é aberta. Admira mesmo ver que um país onde se valoriza tanto a tradição (os homens, por exemplo, usam uma espécie de quimono que vai até os joelhos, meiões e sapatos; as mulheres vestem saias longas, com blusas e mantos, todos de cores belíssimas) não demonstra conservadorismo. Pelo contrário, há igualdade de direitos entre homens e mulheres, liberdades políticas amplas, respeito às minorias.


Andando pelo país para conhecê-lo como parte do trabalho do meu grupo, impressiona ver como não há miséria nele. E nem gente sequer gordinha. Não se percebem desníveis sociais grandes, muito menos os indecentes. Não vi ainda ninguém pedindo esmola. Os campos são bem cultivados. Violência baixíssima. Saúde e educação gratuitas para todos. Em qualquer lugar fala-se inglês bom. Na segunda-feira, fomos a uma reserva biológica a 6 horas de carro de Thimphu, onde se protege a ameaçada espécie da cegonha do colo negro (no caminho, passamos por um ponto, de 3.200 m de altitude, de onde se avista em todo esplendor, no horizonte, a cordilheira fantástica do Himalaia, inclusive o ponto culminante do país, de 7.550 m de altitude). Na reserva, muito bem cuidada, Vera e eu, mais um casal americano, a guia e o motorista do carro, nos hospedamos e dormimos numa casa de pequeno proprietário rural (foi um recebimento com demonstração de extraordinária gentileza). A casa era ampla, bem decorada com motivos butaneses budistas. Nela, mora uma família de pai, mãe, um filho de 20 anos, outro de 8, e filha de 18. Pois bem, ali no mato, longe de qualquer lugar mais habitado, o rapaz e o menino, de enorme simpatia, falavam ótimo inglês (brinquei com o americano: “É melhor que o meu!”). A mãe entendia um pouco. A filha que não estava, fala. O pai, não. Aqui, na verdade, se tem uma língua nacional e 19 dialetos. Nossa guia e o motorista, entre si, conversavam no de Thimphu. Isso tudo me causa enorme admiração. Como um país economicamente pobre, guiado pela busca da felicidade, educa bem, dá saúde a todos, é organizado, seguro, belo! E limpo, sem poluição sonora, sem outdoors, sem apelos consumistas. Demonstra que seu caminho da felicidade não é utópico. Existe como fato. Vê-se. E faz a nós muito bem.