sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Novo Paradigma de Desenvolvimento - grupo internacional de trabalho - Butao, de 30 jan a 2 fev 2013


Foto em Thimphu (Butão) com o Rei, a Rainha e o Primeiro-Ministro do país. No grupo, de experts convocados para tentar propagar o paradigma butanês de desenvolvimento, baseado na felicidade, na simplicidade e no equilíbrio de todos os seres, há pessoas de 16 países. Suas Majestades estão na fileira de cima. Dia 1º.2.13.
Reunião do grupo de peritos em que me puseram para discutir como espalhar em termos globais a proposta butanesa de substituir o PIB (produto interno bruto) pela noção de felicidade interna bruta (FIB) como objetivo do desenvolvimento.
Lanche

Vera e Clovis na entrada do encontro

Clóvis Cavalcanti com o primeiro Ministro do Butao Jigmi Thinley, Paul Singer e Manfred Max Neef
Pausa para lanche com o russo Evgeny Osin
Portal do Centro de Convenções
Reunião
Chegada do Primeiro Ministro do Butão
Clóvis ao lado de Junko Edahiro (japonesa) e Peter Timmerman (canadense)

Discussões de grupo de trabalho































































































































































































Dasho Karma Ura, diretor do Centro de Estudo Butaneses
Com o casal Mohan Munasinghe, Sri Lanca, no jantar oferecido pelo primeiro ministro do Butão
Na frente do Centro de Convenções





























































De Thimphu, com admiração
Clóvis Cavalcanti - artigo publicado no Diario de Pernambuco, sex 1.2.2013

Desde o sábado, 26 de janeiro, estou em Thimphu, capital do Reino do Butão, país do Himalaia espremido entre a China e a Índia. Vim (com Vera) para participar de reunião do grupo de peritos em que me puseram para discutir como espalhar em termos globais a proposta butanesa de substituir o PIB (produto interno bruto) pela noção de felicidade interna bruta (FIB) como objetivo do desenvolvimento. A FIB faz parte do paradigma da economia butanesa há quase 40 anos. Não é novidade, portanto. Ganhou força quando perguntaram cavilosamente, em 1982, no exterior, ao quarto rei do país acerca da força da economia butanesa e seu PIB. O rei, de sopetão, respondeu: “A felicidade (FIB) é mais importante do que o PIB”. Foi uma coisa intuitiva, no meu entender. Não o resultado de raciocínio lógico, linear.


O Butão é um país budista. A população crê que seu quarto rei (que está vivo, tem 58 anos, mas passou o trono ao filho, de 32 hoje) é uma reencarnação do Senhor da Compaixão. Ele vive modestamente, para um ex-rei, anda incógnito de bicicleta, cultiva a terra. Além disso, conseguiu convencer seus súditos de que a democracia, com um primeiro ministro eleito, é melhor do que uma monarquia absoluta tal como antes. A população o queria rei com todos os poderes. Não foi fácil mudar a opinião do povo. Uma constituição foi aprovada em 2006, o rei abdicou, houve eleições. Agora tem-se parlamento, primeiro ministro, oposição. A sociedade é aberta. Admira mesmo ver que um país onde se valoriza tanto a tradição (os homens, por exemplo, usam uma espécie de quimono que vai até os joelhos, meiões e sapatos; as mulheres vestem saias longas, com blusas e mantos, todos de cores belíssimas) não demonstra conservadorismo. Pelo contrário, há igualdade de direitos entre homens e mulheres, liberdades políticas amplas, respeito às minorias.


Andando pelo país para conhecê-lo como parte do trabalho do meu grupo, impressiona ver como não há miséria nele. E nem gente sequer gordinha. Não se percebem desníveis sociais grandes, muito menos os indecentes. Não vi ainda ninguém pedindo esmola. Os campos são bem cultivados. Violência baixíssima. Saúde e educação gratuitas para todos. Em qualquer lugar fala-se inglês bom. Na segunda-feira, fomos a uma reserva biológica a 6 horas de carro de Thimphu, onde se protege a ameaçada espécie da cegonha do colo negro (no caminho, passamos por um ponto, de 3.200 m de altitude, de onde se avista em todo esplendor, no horizonte, a cordilheira fantástica do Himalaia, inclusive o ponto culminante do país, de 7.550 m de altitude). Na reserva, muito bem cuidada, Vera e eu, mais um casal americano, a guia e o motorista do carro, nos hospedamos e dormimos numa casa de pequeno proprietário rural (foi um recebimento com demonstração de extraordinária gentileza). A casa era ampla, bem decorada com motivos butaneses budistas. Nela, mora uma família de pai, mãe, um filho de 20 anos, outro de 8, e filha de 18. Pois bem, ali no mato, longe de qualquer lugar mais habitado, o rapaz e o menino, de enorme simpatia, falavam ótimo inglês (brinquei com o americano: “É melhor que o meu!”). A mãe entendia um pouco. A filha que não estava, fala. O pai, não. Aqui, na verdade, se tem uma língua nacional e 19 dialetos. Nossa guia e o motorista, entre si, conversavam no de Thimphu. Isso tudo me causa enorme admiração. Como um país economicamente pobre, guiado pela busca da felicidade, educa bem, dá saúde a todos, é organizado, seguro, belo! E limpo, sem poluição sonora, sem outdoors, sem apelos consumistas. Demonstra que seu caminho da felicidade não é utópico. Existe como fato. Vê-se. E faz a nós muito bem.

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Evoé, mais um carnaval

Ursinho do Sport
Brincadeiras com o neto Cauê - Olha a La Ursa
Queridos olindenses
Baile do "Eu acho é pouco"
Velha guarda do "Eu Acho é Pouco"
Encontro das amigas da Fundação Joaquim Nabuco
Kimono de verão (Yukata) com destino ao Bloco da Saudade, com cabeça afro e árabe.

Rumo ao primeiro ensaio do Bloco da Saudade em 2013
Clóvis com o Flabelo do Bloco da Saudade
Quando os flabelos se encontram dos blocos líricos
Flabelo do Bloco O Bonde
Manhã de Sol do Bloco da Saudade - sombrinha do Frevo
Clóvis e Vera
Clóvis com o filho Tiago e familia
Com o neto Mateus


amigos
 

Natureza na Fazenda do Tao










plantaçao de arroz

 
Jabuticabas


Recomeça a chuva no Brejo de Altitude - Gravatá PE - Fazenda do Tao



Milho

Yes, nós temos bananas!


Prepara da terra para o plantio do arroz

Cachoeira do Alef





quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

Cantata Natalina dos Cavalcanti

A tradicional foto Natalina, após Cantata dos Cavalcanti - Olinda 25 dez 2012
A neta Maria e sua cantata britânica
O filho Pepeu e o neto Afonso cantanto "Bate o sino pequenino..."
Clóvis cantanto com o neto Mateus
Sobrinha Bianca, nora Tais, neto Meõm, filho Cacá e nora Sílvia - o coro está bom
Com o caçula, Tiago
As mulheres Cavalcanti

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012