domingo, 27 de fevereiro de 2011

Carnaval 2011


descida da ladeira encontro com os amigos carnavalescos no bloco "Eu acho é pouco", terça de carnaval, Olinda, PE, Brasil

Terça de Carnaval, saída do bloco "Eu acho é pouco", ao fundo o dragão

Concentração do Eu Acho é pouco no pátio do Mosteiro de São Bento, final de tarde da terça

Encontro com familiares

Mais um encontros com ex-alunos

Clóvis e um Cloves no Alto da Sé, terça de carnaval, manhã

Ladeira da Sé, terça de carnaval, manhã

Boneco do Zé do Rádio do Sport, terça de carnaval, manhã



Saída para acompanhar os bonecos, terça de carnaval, manhã

Segunda de carnaval, às 9h indo ao "Eu acho é pouquinho"

Irmão Edu e namorada

Clóvis e seu ex sempre alunos em folia na segunda

Famiília em descanso do frevo, depois da feijoada...
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Final de tarde do domingo de carnaval indo ao Bloco da Saudade

Saci ano IV indo ao "Enquanto isso na Sala de Justiça" na Sé, domingo de carnaval pela manhã, em frente de casa

Vamos subir a ladeira ao encontro do Sala de justiça

Familia em folia, deu zebra e saci

Tais e filho Pedro

Neto Afonso e Clóvis Saci

Encontro dos irreverentes

Bate-bate de maracujá, feito por Clóvis com tira-gosto de linguiça de bode ao lado do casa Jeff e Lu

Amigos na porta na descida do bloco "Enquanto isso na sala de justiça"

família indo ao "Eu Acho é Pouco", sábado ao entardecer



Nossa casa é o ponto do frevo, amigos, alunos e familiares

Indo ao Galo da Madrugada



Encontro dos Maracatus e dos amigos em Olinda na segunda pré

Maracatu Nação Pernambuco

Clóvis na Bodega do Veio tocando uma lapada de cachaça

Bodega do Veio na Rua do Amparo, Olinda. De tudo tem.

Clóvis subindos as ladeiras de Olinda com o Bloco da Saudade na terça pré

Vamos ao bloco!

Bloco "Tá Maluco" nas ladeiras de Olinda, no domingo pré

Ceroula em frente a nossa casa - novidade - domingo pré

Partituras da orquestra do "Tá Maluco"

Amigos olindenses no "Tá Maluco"

A velha guarda olindense no "Tá Maluco"

No "Pisando na Jaca", sábado pré em Casa Forte - Neto, filho, sobrinha com love e Vera

Casal no Pisando na Jaca

Netos no bloco infantil "Prá mamar tem que chorar" Casa Forte

Os netos Afonso e Cauê na folia

Amigos no "Pisando na Jaca"





Folia às 9h da manhã "Na casa da Vovó tudo pode" em Olinda

Vamos ao baile do Bloco da Saudade, de caboclo de lança

Caras e bocas



Bloco da Fundação Joaquim Nabuco - Turma da Jaqueira, Segurando o Talo

Clóvis com mais um filho e neto no frevo

e com a sobrinha Bianca e família

Clóvis com Maracatu rural

Veja mais fotos no flickr raiosdeluz na parte superior direita

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Visita a Teresina e Sete Cidades (PI) e Caxias (MA)


Comendo cuscuz de arroz e bolo frito no mercado Mafuá, Teresina

Centro de Artesanato em Teresina

Mercado Central com o mestre santeiro Francisco, Teresina

Mercado Mafuá e as cestas maravilhosas

Parada para passagem do Cágado em Sete cidades

Pedra da Tartaruga - Sete Cidades

Inscrições ruprestes em Sete Cidades - 4.000 a 10.000 mil anos

Mirante em Sete Cidades

Em Caxias num balneário com Luciana, aluna

Em Sete Cidades com a Guia Marleide

Em Caxias, estátua de Gonçalves Dias, cidade do poeta.
veja seu poema:
Se se morre de amor!
 
Se se morre de amor! — Não, não se morre,
Quando é fascinação que nos surpreende
De ruidoso sarau entre os festejos;
Quando luzes, calor, orquestra e flores
Assomos de prazer nos raiam n'alma,
Que embelezada e solta em tal ambiente
No que ouve, e no que vê prazer alcança!
 
Simpáticas feições, cintura breve,
Graciosa postura, porte airoso,
Uma fita, uma flor entre os cabelos,
Um quê mal definido, acaso podem
Num engano d'amor arrebatar-nos.
Mas isso amor não é; isso é delírio,
Devaneio, ilusão, que se esvaece
Ao som final da orquestra, ao derradeiro
 
Clarão, que as luzes no morrer despedem:
Se outro nome lhe dão, se amor o chamam,
D'amor igual ninguém sucumbe à perda.
Amor é vida; é ter constantemente
Alma, sentidos, coração — abertos
Ao grande, ao belo; é ser capaz d'extremos,
D'altas virtudes, té capaz de crimes!
Compr'ender o infinito, a imensidade,
E a natureza e Deus; gostar dos campos,
D'aves, flores, murmúrios solitários;
Buscar tristeza, a soledade, o ermo,
E ter o coração em riso e festa;
E à branda festa, ao riso da nossa alma
Fontes de pranto intercalar sem custo;
Conhecer o prazer e a desventura
No mesmo tempo, e ser no mesmo ponto
O ditoso, o misérrimo dos entes;
Isso é amor, e desse amor se morre!
 
Amar, e não saber, não ter coragem
Para dizer que amor que em nós sentimos;
Temer qu'olhos profanos nos devassem
O templo, onde a melhor porção da vida
Se concentra; onde avaros recatamos
Essa fonte de amor, esses tesouros
Inesgotáveis, d'ilusões floridas;
Sentir, sem que se veja, a quem se adora,
Compr'ender, sem lhe ouvir, seus pensamentos,
Segui-la, sem poder fitar seus olhos,
Amá-la, sem ousar dizer que amamos,
E, temendo roçar os seus vestidos,
Arder por afogá-la em mil abraços:
Isso é amor, e desse amor se morre!
 
Se tal paixão porém enfim transborda,
Se tem na terra o galardão devido
Em recíproco afeto; e unidas, uma,
Dois seres, duas vidas se procuram,
Entendem-se, confundem-se e penetram
Juntas — em puro céu d'êxtases puros:
Se logo a mão do fado as torna estranhas,
Se os duplica e separa, quando unidos
A mesma vida circulava em ambos;
 
Que será do que fica, e do que longe
Serve às borrascas de ludíbrio e escárnio?
Pode o raio num píncaro caindo,
Torná-lo dois, e o mar correr entre ambos;
Pode rachar o tronco levantado
E dois cimos depois verem-se erguidos,
Sinais mostrando da aliança antiga;
Dois corações porém, que juntos batem,
Que juntos vivem, — se os separam, morrem;
Ou se entre o próprio estrago inda vegetam,
Se aparência de vida, em mal, conservam,
Ãnsias cruas resumem do proscrito,
Que busca achar no berço a sepultura!
 
Esse, que sobrevive à própria ruína,
Ao seu viver do coração, — às gratas
Ilusões, quando em leito solitário,
Entre as sombras da noite, em larga insônia,
Devaneando, a futurar venturas,
Mostra-se e brinca a apetecida imagem;
Esse, que à dor tamanha não sucumbe,
Inveja a quem na sepultura encontra
Dos males seus o desejado termo!

Museu da Balaiada em Caxias

Ruinas ao redor do museu



Casa com azulejos portugueses em Caxias

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Ano Novo na Fazenda do Tao


Primeiro de Janeiro de 2011

Cadê o Ano Novo? Queremos dormir!

Luz, Maria

Bom apetite, 21h30

Brindes antecipados, o tempo demora sem internet, depois de um dia no mato

Lenha para o fogão ao lado

Fogo para celebrar o Deus

Por do sol

Anibal e seu lugar preferido no tapete

Tiago no por do sol na pedra

Clóvis e Vera observando o relógio solar

Leitura e Mary e Rowan

Amigos em conversas

Qual a hora?

Relógio solar - presente de Cacá a Clóvis, com o tao e passista

Veja mais fotos no flicker raios de luz ao lado ...